Serra Catarinense – Projeto Trader Viajante & Trip Nômades.

E ai, pessoal? Vamos falar um pouco sobre nossa viagem para a Serra Catarinense junto com nossos amigos, Pri e Isaac do Trip Nômades.

Somos muito gratas pela companhia e pela amizade deles. Temos certeza de que teremos outras viagens tão divertidas e em lugares tão belos quanto a que fizemos.

Mas vamos lá. Saímos de casa 7:20 para encontrar com nossos amigos no posto de gasolina na margem da BR 101, especificamente no KM 213, na Palhoça. Seguimos juntos para nossa jornada pela BR 101 até Laguna, onde fizemos uma parada estratégica para tirar algumas fotos. O dia estava lindo e muito propício para tirar fotos. O único problema foi o vento e nossa falta de experiência como novo tripé, fato que levou o celular ao chão no primeiro vento mais intenso. A sequência de fotos abaixo não me deixa mentir.

Obs: o celular está bem e não teve machucados sérios.

Seguimos viagem e entramos em Orleans para finalmente começarmos a subir a serra. Fizemos outra parada num mirante chamado Mirante 12, onde deixamos mais uma marca nossa. Saímos de lá e subimos até a entrada da Serra do Rio do Rastro. Tivemos que esperar a abertura da serra. Para nossa sorte, ela abriria em 1 hora. A serra do Rio do Rastro fica interditada das 8 às 18h de segunda a sexta feira e das 8h às 13h no sábado. No domingo e nos feriados fica aberta para passeio.

Subir a serra foi uma aventura. Isso por que quando abriram para nós, também abriram em Bom Jardim da Serra para descida, e não tínhamos ideia de como estava cheio até encontrarmos os carros e caminhões descendo. No geral a serra não tem congestionamento, mas como fomos justamente quando ela abriu, tivemos que encarar os caminhões descendo também.

Encaramos também muita neblina, não conseguíamos enxergar 4 metros a nossa frente. Vez ou outra escutávamos as buzinas dos caminhões que estavam descendo. Quando chegamos ao final da serra continuamos sem enxergar muita coisa. Seguimos, famintos, e encontramos o restaurante Tropeiros, onde decidimos parar para almoçar. A ideia foi em maior parte minha (Debs), por estar com a bexiga explodindo. 

A vista do lugar é linda, a comida é saborosa, mas para uma churrascaria, certamente esperávamos muito mais, tanto da variedade de carnes quanto do atendimento. Quando chegamos, nos deparamos com espetos praticamente vazios, mas nossa maior surpresa foi na hora de pagar a conta. Restaurante caro e deixou muito a desejar. Portanto, quando forem à serra, não parem no primeiro restaurante, sigam em frente que é possível chegar a outros com melhor variedade e que estejam preparados para receber mais pessoas.

Saímos de lá e seguimos pela estrada em direção ao pórtico da cidade, que fica próximo a um dos pontos que queríamos conhecer, a cascata da barrinha. Tiramos algumas fotos e aproveitamos que a neblina tinha diminuído um pouco na região em que estávamos. Depois seguimos em direção a Villa dos Ventos Container, onde iriamos passar a noite. Resolvemos fazer o check-in e conseguir mais informações sobre os cânions e se valeria a pena ir naquele dia ou deveríamos esperar para conhecer no dia seguinte.

Conhecemos o lugar e tivemos uma agradável surpresa, a começar pelo dono do lugar, um senhor extremamente educado e prestativo, que nos explicou sobre os passeios, nos passou o contato dos guias e conversou conosco. Basicamente, facilitou nossas vidas. Nos levou até nossos quartos e ao entrar tivemos a imediata sensação de aconchego. Nos surpreendeu a limpeza, a organização e a criatividade no manejo com o local.

Já devidamente instaladas, resolvemos sair e fomos em direção ao centro da cidade. Tiramos algumas fotos junto à igreja da cidade. Encontramos um mercadinho onde compramos nossa janta (queijos, salame e vinho). Quando voltamos aproveitamos para sentar próximo ao fogo e conversar.

No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos um café delicioso (tudo era gostoso, café, bolo de limão, pão, geléia, tudo!) e fomos em direção ao mirante. Ao contrário do dia anterior, conseguíamos ver tudo. Infelizmente tinha muita gente e decidimos ser rápidos, tirar foto e ir para onde não encontraríamos muitas pessoas. 

Tiramos algumas fotos e fomos para o cânion da Ronda. O acesso é por estrada de chão, de aproximadamente 2km e a entrada é de R$ 10,00 por pessoa. Para chegar no topo no cânion é preciso fazer uma trilha rápida, de 300 metros, aproximadamente. A vista durante a caminhada já é de tirar o fôlego. O verde vivo se sobressai e a sensação é de paz. Se ainda não conhece, vale muito a pena. O lugar é deslumbrante.

Aproveitamos o lugar, tiramos muitas fotos e seguimos nosso passeio. Não tínhamos muito destino naquela manhã. O passeio para o Cânion do Funil acabamos não fazendo, pois não tinham mais vagas e por que são 14 km de trilha (ida e volta). Ficaria tarde e já tínhamos agendado a visita à Vinícola Francioni. Resolvemos seguir viagem até São Joaquim. No caminho encontramos o Snow Valley, onde dividimos uma cerveja gelada.

Saímos de lá e fomos em direção a vinícola. Chegando lá vimos a imensidão de uvas e a construção imponente com vista para toda a plantação. Um lugar lindo. 

A Villa Francioni foi idealizada por Dilor de Freitas e fundada em 2004, possui mais de 50 hectares de vinhedos, plantadas com mudas importadas da Europa, fornecendo uma variedade de castas de uva, como: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay, Pinot Noir e Sauvignon Blanc, além de Petit Verdot, Malbec, Syrah e Sangiovese, e suas plantações são inspirados nas melhores regiões produtoras do mundo. 

Possui 4.478 m2 de área construída e condições de industrializar mais de 300 mil garrafas anuais. Infelizmente, seu Dilor morreu antes de ver o seu empreendimento concluído. Desta forma, a administração passou a ser compartilhada pelos seus quatro filhos. A Wines of Brazil Awards 2020, que avalia os vinhos de qualidade de todo o Brasil, classificou nove produtos da Villa Francioni com as melhores notas. Então já deu de perceber que os vinhos são bons, não é?

Conhecemos a vinicola e todos os processos até a colocação do vinho nas garrafas e fomos para nossa degustação, onde provamos 5 vinhos deliciosos.

Finalmente, saímos de lá alegrinhas e ficamos algum tempo conversando com nossos amigos do Trip Nômades e já deixamos uma segunda viagem…

Continua acompanhando a gente e logo logo saberá para onde vamos!

 

Hoje vamos falar um pouco sobre nossa viagem para a Serra Catarinense junto com nossos amigos, Pri e Isaac do Trip Nômades.

Em primeiro lugar e acima de tudo, somos muito gratas pela companhia e pela amizade deles. Temos certeza de que teremos outras viagens tão divertidas e em lugares tão belos quanto a que fizemos.  Antes que façamos um texto enorme de agradecimento, vamos seguir com a ideia de falar sobre nosso passeio.

DIA 1

Caminho para a Serra

Iniciamos saindo de casa 7:20 para encontrar com nossos amigos no posto de gasolina na margem da BR 101, especificamente no KM 213, na Palhoça. Em seguida, seguimos juntos para nossa jornada pela BR 101 até Laguna, onde fizemos uma parada estratégica para tirar algumas fotos. O dia estava lindo e muito propício para tirar fotos.
Todavia, o único problema foi o vento e nossa falta de experiência como novo tripé, como resultado, o celular foi ao chão no primeiro vento mais intenso. Eis que a sequência de fotos abaixo não me deixa mentir.
Obs: o celular está bem e não teve machucados sérios.
Seguimos viagem e entramos em Orleans para finalmente começarmos a subir a serra. Fizemos outra parada num mirante chamado Mirante 12, onde deixamos mais uma marca nossa. Saímos de lá e subimos até a entrada da Serra do Rio do Rastro. Tivemos que esperar a abertura da serra. Para nossa sorte, ela abriria em 1 hora.

Subindo a Serra

A serra do Rio do Rastro fica interditada das 8 às 18h de segunda a sexta feira e das 8h às 13h no sábado. No domingo e nos feriados fica aberta para passeio.
Subir a serra foi uma aventura. Isso por que quando abriram para nós, simultaneamente, abriram em Bom Jardim da Serra para descida, e não tínhamos ideia de como estava cheio até encontrarmos os carros e caminhões descendo. No geral a serra não tem congestionamento, mas como fomos justamente quando ela abriu, tivemos que encarar os caminhões descendo também.
De antemão, encaramos também muita neblina, não conseguíamos enxergar 4 metros a nossa frente. Vez ou outra escutávamos as buzinas dos caminhões que estavam descendo. Do mesmo modo, chegamos ao final da serra sem enxergar muita coisa.

Dica de Ouro

Seguimos, famintos, e encontramos o restaurante Tropeiros, onde decidimos parar para almoçar. A ideia foi em maior parte minha (Debs), por estar com a bexiga explodindo.
A primeira impressão foi de que a vista do lugar é linda, a comida é saborosa, mas para uma churrascaria, certamente esperávamos muito mais, tanto da variedade de carnes quanto do atendimento.
Quando chegamos, nos deparamos com espetos praticamente vazios, mas nossa maior surpresa foi na hora de pagar a conta. Restaurante caro e deixou muito a desejar.
Portanto, quando forem à serra, não parem no primeiro restaurante, sigam em frente que é possível chegar a outros com melhor variedade e que estejam preparados para receber mais pessoas.

Cascata da Barrinha

Saímos de lá e seguimos pela estrada em direção ao pórtico da cidade, que fica próximo a um dos pontos que queríamos conhecer, a cascata da barrinha. Tiramos algumas fotos e aproveitamos que a neblina tinha diminuído um pouco na região em que estávamos. Depois seguimos em direção a pousada Villa dos Ventos Container, onde iriamos passar a noite.

Villa dos Ventos Container

Resolvemos fazer o check-in e conseguir mais informações sobre os cânions e se valeria a pena ir naquele dia ou deveríamos esperar para conhecer no dia seguinte.
A primeira vista tivemos uma agradável surpresa, a começar pelo dono do lugar, um senhor extremamente educado e prestativo, que nos explicou sobre os passeios, nos passou o contato dos guias e conversou conosco. Em outras palavras, facilitou nossas vidas. Nos levou até nossos quartos e ao entrar tivemos a imediata sensação de aconchego. Nos surpreendeu a limpeza, a organização e a criatividade no manejo com o local.
Assim, já devidamente instaladas, resolvemos sair e fomos em direção ao centro da cidade. Tiramos algumas fotos junto à igreja da cidade. Encontramos um mercadinho onde compramos nossa janta (queijos, salame e vinho). Quando voltamos, aproveitamos para sentar próximo ao fogo e conversar.

DIA 2

No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos um café delicioso (tudo era gostoso, café, bolo de limão, pão, geléia, tudo!) e fomos em direção ao mirante. Ao contrário do dia anterior, conseguíamos ver tudo.

Mirante e Cânion da Ronda

Infelizmente tinha muita gente no mirante (MUITA GENTE) e decidimos ser rápidos, tirar foto e ir para onde não encontraríamos muitas pessoas. Como resultado, tiramos algumas fotos e fomos para o cânion da Ronda. O acesso é por estrada de chão, de aproximadamente 2km e a entrada é de R$ 10,00 por pessoa.
Para chegar no topo no cânion é preciso fazer uma trilha rápida, de 300 metros, aproximadamente. A vista durante a caminhada já é de tirar o fôlego. O verde vivo se sobressai e a sensação é de paz. Se ainda não conhece, vale muito a pena. O lugar é deslumbrante.
Aproveitamos o lugar, tiramos muitas fotos e seguimos nosso passeio. Não tínhamos muito destino naquela manhã. Ao contrário do que imaginávamos, o passeio para o Cânion do Funil acabamos não fazendo, pois não tinham mais vagas e por que são 14 km de trilha (ida e volta). Além disso, ficaria tarde e já tínhamos agendado a visita à Vinícola Villa Francioni.
Desta forma, resolvemos seguir viagem até São Joaquim. No caminho encontramos o Snow Valley, onde dividimos uma cerveja gelada.

Vinícola Vila Francioni

Então, saímos de lá e fomos em direção a vinícola. Chegando lá vimos a imensidão de uvas e a construção imponente com vista para toda a plantação. Um lugar lindo.
 Em síntese, a Villa Francioni foi idealizada por Dilor de Freitas e fundada em 2004, possui mais de 50 hectares de vinhedos, plantadas com mudas importadas da Europa, fornecendo uma variedade de castas de uva, como: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay, Pinot Noir e Sauvignon Blanc, além de Petit Verdot, Malbec, Syrah e Sangiovese, e suas plantações são inspirados nas melhores regiões produtoras do mundo.
Além disso, a vinícola possui 4.478 m2 de área construída e condições de industrializar mais de 300 mil garrafas anuais. Infelizmente, seu Dilor morreu antes de ver o seu empreendimento concluído. Sendo assim, a administração passou a ser compartilhada pelos seus quatro filhos.
Ressalta-se que a Wines of Brazil Awards 2020, que avalia os vinhos de qualidade de todo o Brasil, classificou nove produtos da Villa Francioni com as melhores notas. Então já deu de perceber que os vinhos são bons, não é? 
Logo depois, conhecemos a vinícola e todos os processos até a colocação do vinho nas garrafas e fomos para nossa degustação, onde provamos 5 vinhos deliciosos.
Finalmente, saímos de lá alegrinhas e ficamos algum tempo conversando com nossos amigos do Trip Nômades e já deixamos uma segunda viagem…
Continua acompanhando a gente e logo logo saberá para onde vamos!
Por fim, não esqueça de dar uma olhada também na nossa viagem para Itapoá.
Com carinho,
D & L

 

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