Férias pelo litoral de São Paulo e Rio de Janeiro.

 

FÉRIAS LITORAL PELO LITORAL DE SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO

Fala pessoal, tudo certo?

Hoje é dia de contar para vocês um pouco sobre nossa viagem para o litoral de SP e RJ. A ideia de viajar de carro foi da Lua, que sempre quis conhecer o Guarujá, Ilha Bela, Paraty e Angra dos Reis.

PRIMEIRO DIA

Florianópolis - Guarujá/SP

Iniciamos nossa viagem no dia 26 de dezembro de 2018, foi a primeira viagem que fizemos juntas, estávamos muito empolgadas para conhecer lugares completamente novos. Por essa razão, colocamos nossas malas no carro, alguns sanduíches no cooler, algumas garrafinhas de água e refrigerantes, para assim melhor aproveitarmos a viagem sem fazer muitas paradas e chegarmos ainda neste dia na praia do Guarujá/SP e foi assim que aconteceu.

Passamos direto por Santos e portanto conseguimos chegar um pouco depois das 13 horas, deixamos as malas no hotel e fomos almoçar na praia mais próxima.

Estávamos cansadas e Lua estava com bastante dor na coluna. A senhora Lua, tem 3 hérnias de disco e não quis passar o posto de motorista, assim, complicou um pouco nosso dia. Almoçamos e logo voltamos para o hotel para descansar e foi ali que ficamos até o dia seguinte. Lua já havia se recuperado da dor e saímos para aproveitar e conhecer um pouco do Guarujá.

ILHA BELA/SP

Quem gosta de ficar em fila esperando, não é mesmo? Nós não gostamos nem um pouco, porém, nossa sorte neste dia não sorriu para nós. Estávamos no pós-natal, nos preparando para o ano novo em num dos lugares mais conhecidos de SP, por suposto que encontraríamos filas. Contudo não imaginamos que seria uma fila tão grande! Contudo, resolvemos seguir viagem para curtir Ilha Bela/SP, que tínhamos certeza de que seria o lugar que gostaríamos mais.

Passamos as cidades de Bertioga, Praia Grande, Varadouro até chegar finalmente chegar em São Sebastião, onde se encontram as grandes balsas que nos levam para Ilha Bela. Ficamos cerca de 2 horas na fila para entrar na balsa, contudo estávamos muito felizes, pois, sabíamos que encontraríamos um lugar maravilhoso.

O caminho de balsa até Ilha Bela é simplesmente lindo, a água foi ficando cada vez mais clara quanto mais perto chegávamos de lá. Ao desembarcar da balsa fomos em direção à Pousada do Alemão, mas a beleza daquele lugar nos fez parar várias vezes para apreciar cada uma das pequenas praias e refúgios de água cristalina.

POUSADA DOS SONHOS

A pousada que escolhemos foi um pouco mais cara que as outras reservas, mas foi a que mais valeu a pena, tanto pelo lugar quanto pela estrutura que nos ofereciam. Aproveitamos o restante de dia que tínhamos, era 16 horas e saímos da pousada para realmente apreciar o que o lugar tinha para nos oferecer, já que não havíamos conseguido no dia anterior.

RESTAURANTE PAPAGAIO

Pedimos indicações de restaurantes e fomos em direção a um dos restaurantes com acesso a praia, Restaurante Papagaio.

Além de cerveja gelada e comida gostosa, a praia era uma delícia. Apreciamos o pôr do sol, depois de dois litrões fomos para a água e ali ficamos até anoitecer. A sensação de liberdade e de paz que sentimos naquele lugar foi um indício de que é esse tipo de liberdade que queremos. Viajar pelo mundo, conhecer e sentir a natureza é o que nos faz feliz e na época não tínhamos consciência disso.

NOITE EM ILHA BELA/SP

Fomos para o hotel tomar um banho e nos arrumar para conhecer o centro de Ilha Bela. Dirigimos em direção ao centro, que estava bem cheio. Escolhemos um restaurante bem no meio na muvuca e pedimos e comemos uns pastéis de sabores sortidos DELICIOSOS. Tomamos mais um litrão e fomos caminhar um pouco. Foi nesse dia (28/12/2018), que a Lua me pediu em noivado, dentro do nosso quartinho e depois de ter sentido o gostinho de aventura e paz que eu queria sentir todos os dias ao lado dela.

NOIVINHAS E ALIANÇAS

No dia seguinte acordamos super cedo e fomos tomar café da manhã para sairmos para mais uma praia. Ficamos a manhã toda na praia, felizes e noivas. Descobrimos que precisávamos melhorar nossas fotos embaixo da água. Das 100 que tiramos, um total de 1 foto ficou boa, mas quando vimos as fotos já estávamos indo para o centro de Ilha Bela novamente, comprar nossa aliança. Escolhemos uma aliança preta que usamos até hoje e pagamos um total de R$ 10,00 no par. Sabíamos que seria um símbolo de amor e liberdade que experimentamos em Ilha Bela.

PARATY/RJ

Saímos de Ilha Bela às 13h do dia 29/12 e seguimos viagem para Paraty/RJ. Passamos o maior sufoco na estrada, ficamos aproximadamente 6 horas na fila. Não aguentávamos mais! Essa realmente foi a pior parte da viagem. Era o que pensávamos. Infelizmente, estávamos enganadas, a pior parte foi chegar no hotel/hostel/sabe-se lá que diabos era aquilo.

HOTEL?

Chegamos em Paraty e rodamos a quadra do hotel cerca de 3 vezes, até perceber que o hotel não tinha placa. Eu fiz a reserva do hotel e quando a Lua percebeu que era possível que eu tinha nos metido em uma enrascada, ela ligou para a prima dela que estava na Vila Histórica de Mambucaba, cerca de 1 horas de Paraty para tentar um quarto na pousada que ela estava. Decidimos tentar o tal hotel, depois de passar nervoso para encontrar ele e estacionar o carro naquela rua movimentada. Fizemos nosso check-in e reservamos um passeio de barco para o dia seguinte. Ficamos animadas pelo passeio, mas ao entrar no quarto o cheiro de mofo era nojento e tudo o que queríamos era sair correndo.

Nós não tínhamos muito problema em usar banheiro compartilhado, mas começamos a ter quando nos hospedamos nesse hotel. Nosso quarto era um cubículo, com uma cama de casal rodeada por dois beliches. Não tínhamos espaço para colocar as malas, por que o quarto era o próprio depósito. As roupas de cama estavam com cheiro de mofo e o colchão da cama de casal tinha a grossura de um caderno de 20 matérias. TUDO BEM, pensamos, é ruim, mas não temos opção, a moça que cuida da pousada de Mambucaba já estava dormindo.

Decidimos então, a contragosto, ficar naquele lugar. Primeiramente pensamos em descansar, deitar o corpo depois de uma longa viagem, deitamos por volta das 21 horas. Dentro de 5 a 10 minutos que nos acomodamos, começamos a ouvir barulho de portas batendo e chacoalhando nossa parede, sim, chacoalhando nossa parede!.

RESOLVENDO O PROBLEMA

Foi então, que chegamos num ponto de quase cogitar a dormir no carro, Lua me encarou com raiva e quase saímos de lá naquele momento. A medida que a raiva foi diminuindo, a gente pensou em dar uma volta e foi o que fizemos. Nos arrumamos e fomos passear por Paraty. A rua estava lotada, por essa razão, não foi problema. Caminhamos até um bar com músicas dos anos 80'90. Nos olhamos e acenamos com a cabeça. Entramos naquele bar e aproveitamos o resto da nossa noite.

FOI A MELHOR coisa que fizemos aquele dia. Não importava o quanto o quarto era ruim, o que importava é que estávamos juntas e tínhamos tudo o que precisávamos. Ficamos lá até 4 horas, bebemos o suficiente para chegar no hotel e não nos importarmos com o cheiro de mofo ou com a cama quebrada. O que importava para nós naquele momento era que tínhamos conseguido deixar a raiva de lado e fazer o melhor por nós duas: relaxar e aproveitar o que a cidade estava nos oferecendo.

PASSEIO DE BARCO

No dia seguinte acordamos cedo, tomamos nosso banho e fomos para nosso passeio de barco, onde conhecemos a Gabriela, cachaça deliciosa que fomos obrigadas a comprar antes de sair de Paraty. O barco fez algumas paradas e pudemos mergulhar mais um pouco e aproveitar as águas cristalinas daquele lugar. Estávamos felizes e riamos por ter ficado tão bravas no dia anterior. Foi uma furada reservar o hotel? Talvez tenha sido. Contudo, se não tivéssemos ficado lá, não teríamos aproveitado a noite, teríamos sido duas velhas senhoras preguiçosas e dormido cedo, sem aproveitar a cidade. Então, valeu a pena.

O passeio de barco foi ótimo, o barco não era muito grande, mas tinha um almoço delicioso e a tal da cachaça Gabriela que foi o suficiente para tornar o passeio uma delícia. Tivemos 3 paradas no total, todas para mergulho. Era possível ver os peixinhos e nada com eles. Nunca tinha visto uma água tão limpa antes, fiquei encantada.

MAMBUCABA

Finalizamos o dia comprando duas garrafas de Gabriela e dirigindo até a pousada onde encontraríamos a prima da Lua, na Vila Histórica de Mambucaba. Chegamos final da tarde e curtimos um pouco com a família da Lua, até nossos corpos pedirem um descanso.

PRAIA SECRETA

Então, o dia seguinte foi de mais aventura. Fomos conhecer a Praia Secreta, que depois descobrimos ao sair e ver a fila de carros estacionando, que de secreta não tem nada, infelizmente. Para chegar na praia, tínhamos que descer vários lances de escadas de pedra desnivelados no meio de bastante mato. Ou seja, uma caminhada e tanto de cerca de 10 minutos de descida. Chegar na praia foi um alívio. A água da praia era quentinha e cristalina. Conseguíamos ver várias tartarugas e mergulhamos com elas. A Lua que conseguiu fotografar algumas, por saber nadar melhor do que eu.

A manhã passou super rápido e passamos 90% do tempo dentro do mar observando as tartarugas. Realmente é um lugar espetacular.

No local há apenas um pequeno restaurante, que sem dúvida tem um peixe grelhado saborosíssimo. Contudo, as opções são pequenas no cardápio.

Deixamos a praia logo após o almoço, e seguimos pelo mesmo caminho de volta, pelos degraus de pedra, porém, dessa vez com muito menos agilidade que da primeira vez, acreditamos que devido ao excesso de álcool (risos).

REVEILLON EM FAMÍLIA

Posteriormente, voltamos para a pousada e passamos o Reveillon em família. A praia de Mambucaba não aproveitamos muito, infelizmente. Ficamos mais na piscina das crianças dentro da pousada junto com a prima da Lua, ajudando no que precisavam de nós.

Nossa maior aventura foi na volta para Florianópolis. O aplicativo Waze nos fez ir pelo caminho mais curto, sendo assim, subir a serra de Ubatuba a Rodovia Oswaldo Cruz, muito conhecida por ser uma serra super perigosa.

Apelidamos carinhosamente a serra com nome de "cemitério de calotas". Esta serra é absurdamente estreita e com vários recuos de emergência. No caminho encontramos inúmeros carros parados por superaquecimento do motor.

Por isso, acreditamos que a explicação para tantas calotas durante o nosso trajeto, seja pelo fato do uso exagerado dos freios nesta descida, superaquece as rodas (principalmente as dianteiras - disco), portanto, as rodas de ferro dilatam, e as calotas não (plástico), soltando-se facilmente.

Se você gostou desse história, não perca nossa próxima viagem, Disney em Orlando e Miami, onde a gente conta um pouco mais sobre os parques da Universal Studios e da Disney.

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E não deixem de ler mais sobre nossa viagem para a Serra Catarinense!

Tem vídeo nos apresentando e contando mais sobre nosso projeto!

Com carinho,

D & L.

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